WORKSHOPS COM JULIE GERLAND NO RIO DE JANEIRO E EM SÃO PAULO

26/11/2012

TEMA: SER PAI E SER MAE DE MANEIRA HOLISTICA, UMA MUDANCA DE PARADIGMA NA PREPARACAO PARA A PRE-CONCEPCAO, GESTACAO, PARTO E VINCULACAO: COMO OS PAIS PODEM MUDAR O MUNDO!

Os seguintes tópicos serão abordados:

  • Maternagem, a profissão mais antiga do mundo
  • O que deu errado, como chegamos ao ponto em que estamos
  • Compreendendo a mudança de paradigma essencial para o início da vida
  • Preparação para pré-concepção
  • Gestação
  • Parto/Nascimento
  • Vinculação
  • Como pais podem mudar a si próprios, seus filhos e o mundo

Dra. Julie Gerland (Dra. em Medicinas Holísticas) é fundadora do pioneiro programa holístico para pais: Da Pré-Concepção ao Nascimento e Além. Julie oferece assistência a futuros pais de diversos países que viajam à França para atender a seu programa. Ela também treina profissionais para se tornarem educadores pré natais holísticos. Julie é coautora, palestrante internacional e ativista, e atualmente a representante da OMAEP (Organização Mundial das Associações para Educação Pré-Natal) junto a Organização das Nações Unidas. 

DATAS: QUARTA 28/11/12 ( havera traducao simultanea feita por Laura Uplinger) ou
               SABADO 01/12/12 (havera apoio na traducao feita por Ana Carla Ribeiro e Flavia Neto)
               SEGUNDA 03/12/12 ( em SP, na Casa Angela)
HORARIOS: 9:30 – 17:30.
LOCAL: INSTITUTO AURORA
               Praia do Flamengo 66, bloco B, Sala 914 e 916, Flamengo.
VALOR: R$80,00 (antecipado ate 26/11/12)
               R$100,00 (apos esta data)
O deposito podera ser feito:
Banco Bradesco
Ag: 0227
Conta: 102405-1
CPF: 869.414.457-34
 Carla Maria Garcia Machado
Enviar o comprovante para: anacarlalr@yahoo.com.brmacerap@gmail.com,renatamatteoni@gmail.com ou levar no dia.
Por favor, ligue para 8885-8650 e confirme o deposito e em qual dia ira participar, pois podemos oferecer apenas 25 vagas por dia.
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21o. Encontro Nacional de Gestação e Parto Natural Conscientes

17/11/2012

Acontece no próximo final de semana, no Rio de Janeiro, a 21a. edição do Encontro Nacional de Gestação e Parto Natural Conscientes, organizado pela Professora Fadynha.

Esse ano teremos Carla Machado, presidente da ANEP Brasil, participando de duas mesas: a primeira, sobre simplicidade no nascimento e o impacto das intervenções abusivas em futuras gerações, ao lado da inspiradora Laura Uplinger e do pediatra especialista em aleitamento Marcos Renato de Carvalho; a segunda, ao lado de Julie Gerland, representante da OMAEP (Organização Mundial das Associações para Educação Pré Natal), entidade com caráter consultivo junto à ONU, cujo tema será “Trajetória de sucesso: a concepção consciente gera uma boa gravidez, que gera um bom parto, que gera um ser humano equilibrado”.

O Encontro debaterá também políticas públicas, direitos humanos, ativismo e a proposta de sustentabilidade e cultura não consumista no parto/nascimento.

Reproduzimos, abaixo, a mensagem da Professora Fadynha:

É com imensa alegria que chegamos à 21ª edição de mais um Encontro Nacional de Gestação e Parto Natural Conscientes, um dos mais expressivos do gênero, na América Latina. Escolhemos o tema O Nascimento na Luz da Simplicidade: Impactos Sobre o Futuro do Ser Humano para fomentarmos a discussão sobre um dos aspectos mais importantes dentro dos temas sustentabilidade e ecologia: a vida de uma criança – sua chegada a este mundo, a forma como é concebida e gestada – como base para uma humanidade verdadeiramente saudável e fraterna. Este é um tema desafiador, pois compreender o início da vida como período determinante para o futuro do planeta é um convite para uma das maiores mudanças de paradigma deste século XXI.

Este ano, contamos com palestrantes tradicionalmente amigos do Encontro, entre eles, Carla Machado, Educadora Pré-Natal e Presidente da Anep Brasil, Laura Uplinger, psicóloga pré e perinatal, Daphne Ratner, Presidente da ReHuNa, os obstetras Marcos Dias, Claudio Paciornik e Marcos Leite. Pela primeira vez teremos a fala da terapeuta inglesa Julie Gerland, membro da OMAEP, órgão de caráter consultivo junto à ONU sobre assuntos que envolvem a infância e educação pré-natal.

Como acontece sempre, abrigaremos com entusiasmo o Encontro Nacional de Doulas e mais uma Plenária da ReHuNa. Confiram a programação que inclui workshops, mesas redondas, palestras, mostras de filmes, rodas de bate-papo, prática de shantala, entre outras atividades. Agradecemos a todos que, de alguma forma, colaboraram para a realização deste Encontro, por amor às crianças, às mulheres, aos homens, ao planeta Terra.

Sejam muito bem-vindos!
Fadynha

Birth in 4012

05/11/2012

Por Laura Uplinger

˜A text about “Birth in 4012” for the closing plenary session of The Mid-Pacific Conference on Birth and Primal Health Research˜

The times we enjoy today in 4012 were only a utopia in previous civilizations. For millennia, love had been diseased – love for self as well as love for others. That essential kernel of self-esteem had never been collectively addressed and nurtured; it had never truly blossomed in any nation. Yes, throughout the ages there had been individuals whose hearts and minds had flourished without ever betraying life, who were prone to kinship with all. But they were not many. 

Prisons were full; abuse, betrayal, greed, war, crime and indifference were common plagues among governing elites. Always a foul thirst to diminish and control others in order to feel better.

However, towards the end of the 20th century and into the first decades of the 21st, diverse branches of science shed galaxies of light on the genesis of a wholly healthy human being, confirming what many sacred wisdom traditions had taught since the dawn of time.

The intricate physiological orchestration of our development in the womb was finally understood, appreciated and respected! Babies were given better and better conditions to grow robust and resilient organs – especially the brain – thanks to the optimal biochemistry and nutrients flowing in their mother’s blood.

In schools and universities, students of all ages learned about nature’s plan for a fulfilling primal period. All over the world, governments started waking up to the simple yet grand reality that every pregnant woman needs above all to eat well, feel joy and be inspired by beauty.

For the first time in over 12,000 years, societies began dedicating important financial and cultural resources to the wellbeing of pregnant women, in order to protect this decisive stage of parenting. For the first time in all those millennia the powers that be got it: Mothers birth civilizations.

The 21st century saw the start of the centers we enjoy today in cities, suburbs, and remote villages. Gathering places built in gorgeous parks where expectant mothers walk in nature, sing together, rest, weave, paint, read, dance, swim… enjoying an exquisite and joyful synergy among the wee inhabitants of their pregnant bellies.

As humanity learned how receptive we are to the inner world of our parents, that the integrity our adult body and its trillions of cells begins in the loving nature of their sexual embrace, unplanned pregnancies became increasingly rare. Even the months leading up to the conception started to be consciously lived.

Oh, and I have to tell you about birth! The ignorance that had marred most of birth practices slowly receded and died. The unbridled use of technological intervention – finally recognized as counterproductive at best and abusive at worst – peaked in the early 21st century. Once and for all, “experts” left laboring mothers undisturbed, trusting their bodies’ wisdom. Quiet and privacy were embraced as the primary facilitators of easy childbirth.

The decade of the 2050s marked a turning point when the first generation of the wellborn ones attained maturity. They grew up to be teachers, artists, merchants and policy makers of a different breed. Their presence on earth instilled more creativity, empathy, flexibility, social intelligence and resilience into the marrow of the human family.

They began to have their own children, and the benefits of investing in primal health were revealed to be exponential improvements across generations. People lived longer and enjoyed greater wellbeing. Breastfeeding became an uncontested and universal practice as wet nurses and formula faded into oblivion. Prisons, psychiatric hospitals and NICUs, began closing their doors. Artificial borders between nations were declared obsolete.

Well, this is how we reached the Golden Age that our ancestors so deeply longed for, and so tirelessly worked to realize. 

8o. modulo da formação: A Vida antes do Nascer – programação

03/10/2012

Abaixo o programa detalhado do nosso 8º módulo da formação –  A Vida antes do Nascer:

6ª feira, 19/10:

14:00h às 16:00h –   Psico-história (revisão)

16:00h  às 16:30h –  Lanche

16:30h  às 17:30h –  Oficina de arte – confecção de anjo com lã cardada

Sábado, 20/10:

09:00h às 10:30h – A imagem do ser humano na concepção Antroposófica

10:30h às 11:00h –   Lanche

11:00h  às 13:00h – O destino da individualidade entre a morte e um novo nascimento (I)

13:00h  às 14:00h –  Almoço

14:00h às 16:00h –   O destino da individualidade entre a morte e um novo nascimento (II)

16:00h  às 16:30h –  Lanche

16:30h  às 18:00h –  Contemplação de Obras de arte (Inatalidade, Anunciação e Natividade) e Partilha

Domingo, 21/10:

09:00h às 10:30h – Questões contemporâneas (contracepção, aborto, mal formação)

10:30h às 11:00h – Lanche

11:00h às 12:30h – Desenvolvendo as forças de Admiração, Compaixão e Consciência (Exercício de meditação)

A vida antes do nascer: da morte à meia-noite cósmica e o processo de entrada na vida pelas orbes planetárias

18/09/2012

“A inatalidade, ou a vida da individualidade não nascida do homem – o saber de sua pré-existência antes de empreender sua vida terrena- para Rudolf Steiner não era uma suposição ou um conceito no qual se pode crer, senão que resultava de sua própria experiência interior, um aspecto de uma evidência científico-espiritual explorada em seus mínimos detalhes. Rudolf Steiner tinha a esperança e apostava que no desenvolvimento ulterior da história e da consciência da humanidade aconteceria uma guinada fundamental no pensar – um giro e um seguir pensando – e que mediante este pensar novo se lograria rever a biografia humana entre a morte e um novo nascimento como fração de uma história de vida mais ampla, de uma existência da individualidade humana que precede a concepção e que vai mais além da morte.

Se as crianças, incluindo as recém nascidas, forem consideradas como individualidades que estão começando sua biografia terrena – eleita supraconscientemente por elas mesmas – isto é, se as virmos como seres que vêm desde o mundo espiritual com experiências prévias e tarefas específicas – isto terá consequências tanto no trato com elas quanto com o nosso próprio ser que empreendeu sua viagem sob as mesmas condições.

A questão da imortalidade humana e da vida após a morte tem freqüentemente uma qualidade egocêntrica,.todos querem saber da continuidade de sua própria existência. A pergunta sobre a inatalidade pode superar esta unilateralidade porque aborda a temática da procedência dos que nascem no intento de legitimar seu ser individual, percebê-lo e acompanhá-lo. Formulados e considerados desde o altruísmo, ambos os temas ou experiências dos umbrais são existenciais e essenciais. Pois se trata de indagar sobre o ser do outro, por seu caminho particular cuja compreensão mais profunda, forma parte de uma futura comunidade com ele. É aí que ao ocupar-nos deste tema podemos prosperar dignamente”

Peter Selg – “Innatalidad”

Agenda – Rio de Janeiro

12/09/2012

Formação em Pedagogia Waldorf e Medicina Antroposófica

Curso de fundamentação em antroposofia, básico para pedagogia waldorf e medicina antroposófica, para profissionais das áreas de saúde e educação, porém aberto a demais interessados. Início em 19 de outubro, inscrições abertas. Número limitados de vagas.

Informações: http://seminariowaldorfrio.jimdo.com/; inscrições: seminarioriodejaneiro@gmail.com.

Parceiros: Instituto Eco Social: Associação Thalamus e APAM (Associação Pedagógica Michaelis).

Workshop com Claudia Rodrigues 

Cláudia Rodrigues, terapeuta reichiana, no Rio de Janeiro. Todas as informações no flyer. Para informações sobre preços e modalidades de pagamento, fazer contato pelos telefones 22390304 ou 81164141, com Francesca Felici.

Bordado Mágico – bordando a vida enquanto a vida me borda

“Encontros mensais em que o bordado nos reúne para dar corpo, significado e cor às emoções e aos sonhos que entrelaçam, revelam e bordam o viver.”

Grupo já iniciado, contatos para informações e inscrições no folder.

8o. módulo da formação em educação pré-natal: A Vida Antes do Nascer

10/09/2012

 

Inscrições abertas, no site: https://www.facebook.com/homeschoolingunschooling

7o. módulo da formação: Parto e Psico-História

20/08/2012

Por Sandra Sisla, Renata Matteoni e Thais Barral

O módulo 7 seguiu com a história e os nascimentos dos nossos antepassados e as influências de nossa história política, social e eventos mundiais.

Pudemos vislumbrar, com assombro, o percurso da humanidade sob a perspectiva dos modos de nascer e educar as crianças segundo pesquisas de psico-historiadores como Robin Grille e Lloyd De Mause.

Fatos nada agradáveis de ouvir, porém de importância fundamental para transformar o paradigma dos nascimentos e educação das crianças pequenas para uma humanidade mais fraterna. Para mudar, só através da consciência, avisou Eleanor Luzes.

Ficou bem clara neste módulo a importância de cuidar destes primeiros momentos de recepção do ser humano na vida, desde a concepção até os 3 anos, período onde todos os valores base do individuo são formados.

O aprendizado começa desde antes da concepção; a forma como é concebido, gestado  e parido, as vivências e  os sentimentos  dos pais ficarão impregnados na memória celular, influenciando ao longo da vida.

Apesar de a humanidade evoluir e de alguma forma melhorar, os partos da atualidade deixam muito a desejar. O que vemos são intervenções desmedidas que atrapalham toda a orquestra hormonal natural, interferindo na amamentação e vínculo.

Eleanor expôs sobre o impacto das intervenções  atuais nos partos – oxitocina sintética, anestesia, episiotomia, incubação, fórceps, cesariana – sobre os comportamentos da geração dos anos 1970/ 80 pra cá, e nos assustamos; identificamos nossos filhos com os sintomas.

Ao compartilhar sua vivência pessoal, comentou que sempre, sem exceção, se emocionou ao acompanhar nascimentos. E Laura Uplinger sabiamente nos lembrou do sagrado, sempre presente na chegada de seres a esse mundo, ainda que aconteça de forma violenta ou pouco respeitosa.

Laura e Carla Machado, em suas falas, nos lembraram que existe luz no fim do túnel: do ponto de vista individual sempre é possível reprogramarmos nossas histórias, desatar nós e nos prepararmos antes mesmo da concepção para uma recepção amorosa, contribuindo assim para uma humanidade mais fraterna.

Depois de dois dias de intenso pensar e repensar, e de vivenciarmos internamente as catarses e emoções mais profundas, na linda manhã de domingo recebemos a doce voz da diretora da Casa Ângela, Anke Riedel.

Anke nos brindou com imagens e depoimentos de lindos partos assistidos na Casa Ângela, e pudemos constatar animadas que é possível uma nova maneira de parir e de nascer. Investindo constantemente em treinamento das equipes, com atualização e abertura para propostas de humanização , pudemos ver partos onde até os móveis da sala foram retirados a pedido do casal.

Com base no respeito à individualidade e ao parto como um evento íntimo e familiar, a experiência da Casa Ângela é a prova que com confiança e persistência podemos chegar em um modelo de assistência que permite à família vivenciar em júbilo o nascimento de mais um ser.

Depois fizemos a nossa roda de conclusões e encerramos o evento com uma deliciosa dança circular, conduzida pela Djaala com muito carinho.

* imagens: Renata Matteoni, Sandra Sisla e Mariana Tezini

Módulo de agosto da formação em educação pré natal da ANEP Brasil

07/08/2012

Como o início da vida influencia a história das civilizações: parto e psico-história é nosso próximo tema. Com Eleanor Luzes, Laura Uplinger, Anke Riedel (Casa Angela) e Carla Machado.

SMAM 2012

03/08/2012

Estamos na Semana Mundial do Aleitamento Materno, e o Ministério da Saúde lançou, na última 4a. feira, a Campanha Nacional de Amamentação 2012, tendo esse ano como madrinha a cantora Wanessa. A campanha produzida pelo Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria tem como objetivo incentivar às mães brasileiras a amamentar até os dois anos ou mais e de forma exclusiva até os sexto mês de vida do bebê.

Em nível internacional, a 20a. World Breastfeeding Week – “Understanding the Past, Planning the Future” – celebra os 10 anos da estratégia global da OMS e da UNICEF para alimentação de crianças.

Hoje é sabido que a amamentacão vai muito além da nutrição física de nossos bebês e que ela é, portanto, de fundamental importância para a saúde física e emocional do ser humano, por toda sua vida. Hoje a ciência já identificou, inclusive, que a amamentação é capaz de promover o melhoramento genético do que eventualmente não foi bem estruturado durante a gestação, em função não apenas do leite materno mas, principalmente, da relação – o contato e o “olho-no-olho” – que se estabelece entre mãe e filho com o ato de amamentar.

Promover a amamentação, assim como informar, aconselhar e apoiar mulheres e famílias na vivência da amamentação, são portanto práticas de extrema importância para o futuro da humanidade e do nosso planeta. Celebremos a SMAM 2012!