Archive for the ‘terapia floral’ Category

Educação Prenatal – Cronograma do 6o módulo em 25, 26 e 27/05 – Casa Angela

10/05/2012

O 6º modulo da ANEP está maravilhoso! Será nos dias 25, 26 e 27 de Maio e o tema é:

“Gestação bem apoiada: florais, yoga e o trabalho da doula” – Casa Angela – SP
A saúde física, mental e emocional da gestante e sua influência na saúde do bebê.
(Módulos independentes)

Vale a pena conhecer pessoalmente o trabalho da doula pioneira Fadynha. Ela é autora do livro “Meditações para gestantes”, “Yoga para gestantes”, “A doula no parto” e “Diário da Gestante”. Já teve mais de 13.000 alunas, em 35 anos de trabalho. Fundadora e presidente da ANDO – Associação Nacional de Doulas. www.institutoaurora.com.br

Carla Machado, fundadora da ANEP Brasil, trará dicas terapêuticas, com utilização de essências florais em todas as etapas do processo de nascimento, desde antes da concepção até o pós-parto.

Ana Paula Markel, brasileira, mora em Los Angeles, aonde leva o calor brasileiro para as mães e famílias norte-americanas desde 1999. Fundadora da BINI Birth (Birth is Intimate Normal and Individual). www.binibirth.com onde trabalha com educação de casais e profissionais sobre o nascimento humanizado.

Também teremos o depoimento do Dr. Alberto Guimarães, que vai compartilhar sua visão de obstetra humanizado quanto ao trabalho de apoio de outros profissionais no nascimento – www.partosemmedo.com

E sobretudo vale a pena conhecer a Casa Angela, um espaço muito acolhedor, que está ajudando a trazer ao mundo de forma suave e gentil novos bebês, na comunidade Monte Azul, zona sul de São Paulo. www.casaangela.org.br

 

Cronograma Módulo 6 da Formação em Educação Prenatal – ANEP Brasil

6ª feira (das 14h às 18h):  Quando começa o trabalho da doula – o papel da educação prenatal

 14h – Carla Machado (abertura)

 14:30h às 16h –  Fadynha

 16h – Coffee-break 

 16:30h às 18h – Ana Paula Markel (skype)

 Sábado (das 9h às 18h): Apoio na gestação

 9h às 10:30h Fadynha –  O papel da doula durante a gestação

 10:30h às 11h – Coffee-break

 11h às 13h Fadynha – Instrumentos de apoio: yoga na gestação 

 Prática de algumas posturas

 13h às 14:30h – Almoço

 14:30h às 16h – Instrumentos de apoio: florais na gestação

 16h – Coffee-break

 16:30h às 18h – Fadynha: preparação para o parto

Domingo (das 9h às 13h) : Apoio no parto e pós parto

 9h às 10:30h – Fadynha: Doula no Parto

 10:30h às 11h – Coffee-break

 11h às 11:40h – O apoio da Doula no acompanhamento do Parto – uma visão do obstetra – Dr. Alberto Guimarães – http://www.partosemmedo.com

 11:40h às 12h –  Dicas de uma doula paulistana: Thais M. Barrál

 12h às 13h – Fadynha: Pós-parto

 13h – Encerramento
Inscrições pelo site: www.anepbrasil.org.br

Investimento: R$300,00
Afiliados Rehuna: R$280,00
Afiliados ANEP: R$260,00 (aproveite para se afiliar e receber o desconto já neste módulo). Em Junho estaremos na RIO+20, afilie-se pelo nosso site!
Estudamos propostas de parcelamento do valor.

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Divulgando: Seminário Anual das Essências Florais Filhas de Gaia

04/04/2011

Seminário anual das Essências Florais Filhas de Gaia em SP

Dias 09 e 10 de abril 2011

– Aprenda a utilizar as Essências Florais Filhas de Gaia –  Nossa filosofia –

– A contribuição das Essências Florais neste momento planetário de transformação evolutiva acelerada –

– As Essências Florais  no aprimoramento do caráter e a integração das múltiplas dimensões do nosso Ser para o restauro da harmonia e alinhamento entre a personalidade e a  Alma

– O potencial das Essências Florais Filhas de Gaia no apoio e fortalecimento de nossa personalidade para abraçar este novo momento de transformações e desafios –

– Repertório avançado das Essências Florais Filhas de Gaia –

Local: Espaço Mens Sana  –  Rua Conselheiro Rodrigues Alves, 820  –  Vila Mariana  -próximo à estação Ana Rosa do Metrô

Data: dias 09 e 10 de abril (sábado e domingo)

Horário: das 9 às 17 horas

Investimento: R$ 350,00  –  estudante:  R$ 206,00

Informações e inscrições: Clarice  –  11  7514.7517  – cursos@clariceloebeling.com.br

Florais na Maternidade: Maternagem (parte 4)

29/03/2010

Por Carla Machado

Amamentação

Felizmente a amamentação nós conseguimos, de certa forma, resgatar. Já vivíamos uma situação aqui no Brasil das mães saírem da maternidade com uma lata de leite Ninho debaixo do braço pra ajudar as ações da Nestlè a subir e nossas crianças a adoecer. Agora, na medida em que os seios siliconados aguentam, vamos seguindo mais conscientes da importância deste ato de amamentar. O leite é a cola que une a humanidade, um ser amamentado recebe melhor o amor e é mais capaz de doar-se.

Além disso, semelhante ao que ocorre no primeiro trimestre, durante a amamentação também há possibilidade de alteração do código genético. Uma amamentação adequada, com atenção e consciência pode ajudar a reprogramar o código genético da criança, ajudando-a a selecionar os melhores genes de seu ADN.

Nessa fase muitas mães vivem um período depressivo, devido à brusca queda hormonal que ocorre em seu organismo e também à conexão com a vulnerabilidade do bebê que as lembra da própria fragilidade.

  • Depressão Pós Parto: Bálsamo (Filhas de Gaia), Gorse e Gentian (Bach)
  • Amamentação: Mãe Loba (FG) e Mariposa Lily (FES)
  • Saudades da barriga: Honeysuckle (Bach)

Amor Incondicional

Dizem que o amor mais incondicional que existe é o da mãe pelo filho, mas de fato, o maior e mais incondicional amor de todos é o de um filho pela mãe. Um amor que ainda não sofreu nenhuma decepção, um amor puro e sem julgamento. O bebê aguarda, silenciosamente e com confiança, que façamos dele a melhor obra de nossas vidas!

“Não amei ninguém em minha vida como minha mãe, tão sem reservas e apaixonadamente; ninguém mais venerei e admirei, era para mim o sol e a lua.” Herman Hesse

Presença plena

  • Encarnação e bem estar geral do bebê: Baby Roses e Harmonização Infantil (Arco-Íris), Aconchego (Filhas de Gaia), Buquê de Lactentes (Minas)
  • Prematuros / situações de risco: Vôo da Águia (Filhas de Gaia)
  • Limpar o stress do parto: Star of Bethlehem (Bach)
  • Cólicas do recém nascido: Chamomille (FES)
  • Proteção: Angélica e Yarrow (FES)
  • Medos: Mimulus (Bach), Gutagnello (Minas)
  • Ciúmes (para o irmão mais velho): Convivência (Arco-Íris), Coração de Ouro (FG)

O bebê nos convida a uma presença perfeita. Ele está ali, acabando de chegar do céu e nos traz este presente: a possibilidade de nos reconectarmos com o Divino através dos seus olhos. Quando contratamos alguém, a tal enfermeira, para cuidar dele por nós, perdemos essa chance, de vivermos plenamente nesse céu que ele nos oferece. E de calar aquela voz ferida pela inferioridade que diz “você não vai saber cuidar do seu bebê, deixe para um especialista”.

Importante cuidar do bebê respeitando o ser que ele é, explicando o que está sendo feito com ele, não como se o bebê fosse um objeto sobre o qual temos que desempenhar funções e atividades. Por exemplo, quando for vestir-lhe uma camiseta, mostrar antes para ele a camiseta e aguardar que ele “responda” com um gesto de cooperação. Tratar o bebê com respeito, olhando nos olhos dele e estando com ele de verdade, não enxergá-lo como uma lista de tarefas a serem cumpridas. Convide-o a cooperar e em pouco tempo ele responderá positivamente aos cuidados, dando bem menos traballho e demandando menos atenção, pois a atenção que lhe vai sendo dada é de qualidade. Assim ele crescerá sabendo que sua opinião é respeitada e que ele deve tomar parte em tudo que lhe acontece.

De fato, temos pouca ou nenhuma educação a este respeito. Aprendemos muito sobre tantas coisas menos importantes, mas quase nada disso nos é ensinado formalmente. Esta tem sido a minha bandeira nos últimos sete anos, desde que tive minha primeira filha, e mais ainda depois que tive meu segundo filho num parto domiciliar maravilhoso que desejo a todas as futuras mamães.

Carla Machado é terapeuta reichiana, astróloga e trabalha com florais desde 1996. Em 1998, quando engravidou da primeira filha, que nasceu numa casa de parto, começou a estudar e atuar como voluntária na conscientização do processo de maternidade. De lá para cá participou de vários congressos no Brasil e no exterior ligados ao tema e teve seu 2o filho em casa, com uma parteira, e utilizando essências florais.

Florais na Maternidade: Parto (parte 3)

25/03/2010

Por Carla Machado

“Para mudar o mundo é preciso mudar a forma de nascer”. Essa frase de Michel Odent nos lembra o quão revolucionário pode ser o ato de conceber, gestar e parir um ser humano e que essa é a revolução de que tanto necessitamos no planeta atualmente. Não existe ato mais político e revolucionário do que trazer ao mundo um ser que já vem banhado de consciência: o ser humano do futuro.

A energia de Marte

Parto, partir, parir, encerrar um ciclo para abrir outro. O planeta Marte, regente do signo de Áries, nos fala disto. Toda passagem necessita da energia de Marte, que é o guerreiro, que vem para romper com um estado anterior (que se continuasse nos conduziria à morte / estagnação) para que outro se inicie. Quanta dificuldade há em se lidar com essa energia. Temos tanto medo dela que a exilamos. Mas porque temer uma energia tão necessária? Claro, que pode ser destrutiva, e é para ser, mas isso não é desculpa pra jogarmos Marte embaixo do tapete, temos que nos reconciliar com ela e aprender a usá-la. Ela está na natureza o tempo todo: um pinto tem que quebrar o ovo com seu bico para poder nascer, uma planta tem que perfurar a terra para receber a luz do sol. Quantas vezes temos dificuldade de fazer isto em nossas vidas?

Um parto é violento sim, tem um jogo brutal de forças, para a mãe, sob a forma de contrações com enorme peso sobre sua bacia e para o bebê que está lutando para entrar na vida de cabeça. Mas não adianta fugir desta energia, pois esta vem de qq maneira. Se nos utilizamos dela, tanto melhor para empoderamento da mãe, que se fortalece como fêmea capaz de cuidar e defender sua cria, e do bebê que pode acreditar mais em si mesmo, precisando menos de ajuda externa. Caso contrário. seremos certamente vítimas dela, sob a forma do bisturi cirúrgico (episiotomias e cesarianas).

Temos realmente um problema, aqui no Brasil. Para se ter uma idéia, a taxa de cesarianas numa sociedade equilibrada seria de 2% (que ocorre em comunidades rurais, como p.ex. “The Farm” nos EUA). No Brasil temos nos hospitais públicos (onde o médico ganha independente do tipo de parto) uma taxa de 30% e nas maternidades privadas a alarmante de 70%!!!! (Rio de Janeiro), sendo que a zona sul do Rio chega a 90% – onde a mulher selvagem está demasiadamente civilizada para dar à luz.

E é uma bola de neve, pq as raízes da violência da nossa sociedade estão no binômio: gravidez sob estresse + parto com excesso de intervenções, que no futuro resulta em aumento de 20% da agressividade nos homens e da auto-destrutividade nas mulheres (e dá-lhe Marte de novo).

Força dos inícios

Parece bobagem se pensarmos na duração desse momento em comparação com o tempo que teremos com a criança daí pra frente. Porém, esse é o momento em que tanto a mãe quanto o bebê estão plenos de hormônio do amor (oxitocina) que favorece a vinculação e desperdiçá-lo é uma perda não só para esta família, mas para toda a sociedade. Somos mamíferos, alguém consegue imaginar separar um bebê leão de sua mãe, neste importante período de namoro? Pois o bebê como De Gasper demonstrou nos anos 80 conhece a voz, o cheiro, os sons do corpo da mãe, ficou pelo menos 6 meses (quando já tem percepção e memória) esperando para ver o rosto, olhar fundo nos olhos, este é um momento mágico. “A primeira impressão é sempre a que fica”.

Curiosamente esta expressão existe em todas as línguas. Pois o vínculo é maior neste momento quando as ondas cerebrais são diferentes, a composição do sangue é diferente, e raramente na vida de novo isto acontece. Dura cerca de 2 horas (o tempo em que rotineiramente coloca-se o bebê na encubadora, “just in case”).

O parto deixa uma impressão tão duradoura, que aparece, mesmo depois de adulto, quando o indivíduo está sob stress. Tudo que acontece ali deixa marcas. Já se sabe que o uso de anestésicos, mesmo no parto normal nos traz um aumento da possibilidade de uso de drogas na vida adulta (o consumo de drogas sintetizadas aumentou consideravelmente na década de 70, quando da primeira geração a nascer com a ajuda de anestésicos – nos anos 50 – chegou à juventude).

  • Entrega: Rock Rose (Bach), Barnacle (Pacífico)
  • Dar conta de todo o processo: Elm (Bach)
  • Cansaço: Olive (Bach)
  • Equipe de parto (borrifar no local): Birthing Harmony (Deserto) e F.Ecológica (Minas)

Dor e êxtase

Ocitocina e Adrenalina são dois hormônios, de certa forma antagônicos. O primeiro é liberado quando estamos sentindo desejo, enamoramento, em momentos de paixão ou de intimidade. É ele que desencadeia o processo de parto. Nos hospitais, usa-se injetar ocitocina quando a mulher não está tendo contrações (o que acaba trazendo a necessidade de anestesia, pois as contrações ocorrem sem espaçamento). O segundo, adrenalina, é o hormônio da resposta rápida, do lutar ou fugir e é liberado em situações de invasão e ameaça externa.

Ou seja, para que um parto ocorra mais rápido e seja mais fácil é necessário criar um ambiente intimista, que favoreça a liberação de ocitocina e endorfinas (que reduzem a dor) e evitar ao máximo as invasões de privacidade, que liberam adrenalina e atrasam todo o processo.

Se a mãe toma anestesia, ela se livra da dor, mas também do êxtase de estar plenamente presente e consciente, com todas as suas células, da maravilha do nascimento.

Portal

Creio que em poucos momentos da vida podemos estar em contato tão pleno com nossa natureza mais pura e selvagem do que no momento do parto. É comum o relato de orgasmo, pois é o ápice, o ponto culminante da relação sexual que ocorreu 9 meses antes. É para ser um momento mágico, divino, uma grande passagem, uma verdadeira pós-graduação do feminino. Ou pode ser frustrante, principalmente se a mulher se deixar roubar esta grande chance que a vida lhe dá de vivenciar tão plenamente o amor.

1os cuidados e vínculo

É muito importante a mãe se informar das rotinas com o recém nascido antes do parto. Nos hospitais, a rotina é aspiração nasal e bucal, com sondas nasogástricas extremamente desconfortáveis para o bebê que está respirando bem. O corte do cordão deve ser feito com calma, apenas após este parar de pulsar, respeitando a possibilidade do bebê ir se acostumando a utilizar o seu pulmãozinho virgem. A injeção de vitamina K é recomendada apenas nos casos de hemorragia e o colírio (nitrato de prata / antibiotico) apenas se a mãe tem doença venérea.

Não precisa haver ansiedade em remover a vernix, que deixa a pele tão macia e cheirasa. O banho pode esperar. O fundamental nesta primeira hora após nascido é o olho no olho, que possibilita o enamoramento que vai durar a vida toda.

A separação nas primeiras horas de nascido (berçários, incubadoras, banhos demorados longe da mãe) deixa um rastro de dificuldades em estabelecer vínculos, isolamento social e também hábitos consumistas, pois o bebê se vincula com objetos e não com pessoas.

Carla Machado é terapeuta reichiana, astróloga e trabalha com florais desde 1996. Em 1998, quando engravidou da primeira filha, que nasceu numa casa de parto, começou a estudar e atuar como voluntária na conscientização do processo de maternidade. De lá para cá participou de vários congressos no Brasil e no exterior ligados ao tema e teve seu 2o filho em casa, com uma parteira, e utilizando essências florais.

Florais na Maternidade: Gravidez (parte 2)

22/03/2010

Por Carla Machado

O momento da gravidez é belo, pois nós mulheres encarnamos o princípio Divino da Manifestação, nos tornando cúmplices atuantes de Sua tarefa nesse momento sagrado da chegada de um novo ser de luz ao planeta. Mas nem por isso é um momento fácil. O que ainda não foi limpo na fase anterior, aqui pode vir à tona, sob a forma de oscilações de humor, enjôos, etc. O acompanhamento pré-natal convencional não trata de todos os sentimentos, das questões subjetivas que aparecem nesta época – que pode trazer mais crescimento do que 10 anos de vida “não-grávida”. Portanto, essa fase é ótima para se fazer um tratamento com florais, que não tem efeitos colaterais, mas que deve ser feito com muito cuidado, como tudo nesta fase.

Pode ocorrer uma mistura de sentimentos (mãe + bebê), a mulher revê sua própria gestação (antigas emoções como de abandono, medo, desamparo, rejeição são freqüentes). O importante é não negar nem rejeitar nada, porque o bebê sente tudo, principalmente o que se tenta esconder. Isso ajuda a criança ferida interna a se curar e traz crescimento emocional. Trabalhar o acolhimento que começa justamente por se acolher e acolher os próprios sentimentos, para depois ser capaz de acolher o bebê.

  • Auto-nutrição: Chamego, Paineira (Filhas de Gaia), Mariposa Lily (FES), Nutrição (Arco-Íris), New Mother’s Formula (Deserto)
  • – Imaginação

    Precisamos fornecer à mãe possibilidades dela se transportar um pouco para o universo espiritual para ajudar o bebê que vem chegando de lá. Sugerir caminhadas relaxantes, observação da natureza, do milagre da vida presente em cada pequeno ser. Reduzir o ritmo de trabalho externo e ir buscando um ritmo mais tranqüilo para começar a “entrada na caverna”.O corpinho do bebê está sendo formado, de que você quer que ele seja feito? Que qualidades você pretende pedir aos céus para seu bebê? Força, beleza, sabedoria, amor. Não faça cerimônia, pois é bom para os céus e para a terra que você peça. O bem não vem sem ser chamado, pois ele respeita o nosso livre-arbítrio. Que tipo de ser você quer que ele seja? (não para satisfazer seu ego, pois o ser pertencerá ao mundo e é para este mundo que o gestas)

    – Alimentação

    É fundamental se alimentar bem, tanto de comidas físicas quanto de alimento sutil (idéias, sentimentos e sensações). Evitar filmes violentos, buscar visões e leituras inspiradoras. Seria ideal que a mãe lesse a biografia de um grande ser, como Gandhi, ou mesmo um iniciado, como Buda ou Jesus, Isto ajuda a ancorar as melhores qualidades no ser que se desenvolve.

    A pureza da alimentação física é fundamental neste mundo de agrotóxicos. Se possível, ingerir alimentos orgânicos. Os desejos de gravidez e os enjôos do primeiro trimestre servem de orientação ao que deve ser ingerido e o que deve ser evitado, não são apenas patologia ou crendice. (ex: sonho da casca de ovo moída no feijão)

    – Fé e pré-natal

    Aqui começam os procedimentos médicos, as rotinas. Em princípio não deveria haver rotina médica para grávida, pois cada ser é um ser e tem necessidades diferentes. Mesmo assim, o universo da “nova-vida” é muito interessante e muitos querem participar, porém de formas às vezes um pouco invasivas.

    Claro que o momento de ouvir o coração do bebê é maravilhoso e pode ajudar tanto a pai, que não carrega o bebê no ventre, mas também a própria mãe a se dar conta da nova realidade. Mas, os ultra-sons, já se sabe, não são tão inócuos assim. Nosso ouvido não escuta o som, mas as células o recebem. Em experiência com animais de laboratório, verificou-se que o excesso de ultra-som causa câncer. Na rotina médica brasileira atual, existem 4 ultra-sons de rotina (primeiro mês, para verificar se o ovo se fixou e se não está nas trompas, o de translucência nucal, na 12a semana, o morfológico, no 4o mês e mais um ou dois perto do parto para ver se está encaixado). Além desses, às vezes faz-se outro só para saber o sexo do bebê e, agora em 3-D, um para ver a carinha dele. Pode ser uma maravilha, para atrair um pouco um pai que esteja muito fora do processo, ou mesmo ajudar a aceitar o sexo do bebê, se este não era o desejo do casal – eles terão algum tempo para trabalhar a frustração antes do nascimento da criança. Mas tem gente que faz ultr todo mês. Isso é no mínimo, invasão de privacidade. Se fosse pra gente bisbilhotá-lo desta forma, a barriga vinha transparente…

    Há também o exame de amniocentese, bem mais invasivo, onde uma agulha é introduzida no útero para punção do líquido amniótico. Este vem se tornando quase uma rotina, pois é recomendado para “primíparas senis” cada vez em maior número (este exame, a princípio, ajuda a checar se o bebê não terá deformidades ou síndrome de Down em virtude da idade avançada do óvulo).

    Ok, maravilhoso. A tecnologia é mesmo incrível. O problema destes check-ups é que tudo isso inibe o contato da mãe com o bebê. A percepção sutil do ser por outro ser (mãe, pai e médico) perde espaço para todos os aparatos científicos e prejudica nossa humanidade.

    O processo de fé na vida e no amor é antagônico ao do medo. Trabalhar a fé desde aqui é cultivar um parto mais natural e humanizado, com o mínimo de intervenções. O tipo de acompanhamento com parteiras como vemos em civilizações mais conectadas com a terra e com a vida selvagem / natural, se mostra uma opção de cuidado mais humanizado e menos intervencionista. Este conhecimento milenar é capaz de, com simples toques na barriga e observações sutis, perceber o que se passa dentro do útero e do coração da mãe. Atualmente já existem excelentes parteiras nas grandes cidades (consulte um dos sites em anexo). Todos merecem uma chegada no planeta pela estrada triunfante do amor e da fé.

  • Florais: The universe handles the details (Deserto), Angelica (FES), F. Proteção (Angels)
  • 1º Trimestre

    – Formação do corpo

    Nos primeiros 3 meses de gravidez o ADN é montado e as células-tronco iniciam a fabricação do fígado (que seria como uma usina nuclear do corpo) e do cérebro; neste período ocorre o maior gasto energético de toda a gravidez. Ao final deste trimestre, temos um corpo completo, com a estrutura neuronal, os órgãos vitais. Após esta fase, quase que é só engordar. Infelizmente, muitas mães passam esta época sem sequer saber que estão grávidas, podendo contribuir pouco conscientemente no preparo do corpinho que abrigará o espírito que vem.Se desde esta época, a mãe está com atenção, cuidado, praticando yoga, autoconsciência, tomando florais adequados, se alimentando e imaginando esse novo ser, ele terá todas as chances de trazer o melhor da sua genealogia. Ao contrário, o que é feito de forma descuidada, traz maior suscetibilidade aos piores genes. As novas pesquisas demonstram que o stress materno aqui é o que possibilita o aparecimento de hipertensão, hipercolesterolemia, tendência a acidentes vasculares, diabetes, osteoporose, obesidade, esquizofrenia, epilepsia no futuro.

    – ADN e ambiente

    A ciência fala muito do poder da genética, mas a possibilidade que o novo ser tem de herdar os melhores genes do pai e da mãe tem a ver com o campo magnético , que é o que organiza o ADN (importância do ambiente). Neste caso, o campo magnético da mãe e do pai juntos,estruturam o meio.
    O que a medicina já comprova é que aprimoramos os nossos genes através da consciência.

    – Enjoôs

    Os enjoôs fornecem um norte em termos alimentares, mas também podem estar falando de uma rejeição ao estado de maternidade, caso esta não seja uma referência muito boa para a gestante. De fato, ela está gerando um filho e ao mesmo tempo, gesta uma nova figura de mãe para si mesma, que passa obrigatoriamente pela limpeza das referências negativas de maternidade da sua história familiar.

  • Garlic (FES) Chamego (FG), Walnut com Chestnut Bud (para ajudar na mudança de padrão)
  • – Aborto

    O risco de perda (aborto espontâneo) é bastante comum neste primeiro trimestre, pois a natureza também faz seus rascunhos. Como, na maior parte das vezes, ainda não houve vínculo com o bebê, acredita-se que é muito fácil lidar com esta perda (seja ela espontânea ou provocada). Porém uma perda não reconhecida e não ritualizada, pode se estender por anos a fio e acabar inclusive com a relação. Fazer pouco contato com a perda / morte é fazer pouco contato com a vida. É preciso ritualizar para que o próximo habitante do útero não venha a carregar este fardo.

  • Risco de aborto: Shooting Star (FES)
  • 2º Trimestre

    Esse é o trimestre dito como “de ouro” da gravidez, pois os enjôos já passaram e a barriga ainda não pesa. O bebê “vingou” então agora é permitido fazer contato.

    – Trimestre da Identidade

    Neste período os genitais se diferenciam e ocorre o aparecimento dos centros de ossificação. Simbólicamente estes dois desenvolvimentos falam do momento de identidade do bebê. (O trimestre da identidade). Na medida em que osso – especialmente coluna vertebral, dentro da Antroposofia está ligado ao EU e à diferenciação sexual. Há estudos que mostram o stress causando alteração nos hormonios da mãe e causando conflitos de identidade sexual na criança

    – Busca por informação e apoio

    A maioria das mulheres só começa a se interessar pelo tema “perinatal” nesta fase. É quando se sentem disponíveis para ler sobre o assunto e/ou procurar profissionais que trabalhem com gravidez ou parto. Ocorre aqui uma importante abertura para trabalhar as questões da própria gestação. São comuns sonhos com o arquétipo da Grande mãe (mar, baleias, répteis) que são um reflexo de um trabalho profundo do inconsciente em reeditar a maternidade, melhorando-a.

    A luz recebida aqui é muito benéfica, e pode mudar o rumo do final da gestação e o desenrolar do parto. Mas quem de fato mais se beneficia é filho seguinte, que vai ter uma mãe mais consciente desde a concepção.

    – Abrindo espaços

    Começam a ser perceptíveis os movimentos do bebê e ele vai crescendo, ocupando mais espaço físico, ao passo que a mãe vai tendo que, ao poucos, ceder este espaço pra ele, num simbolismo do que precisa acontecer na vida.

  • Aceitação das mudanças do próprio corpo: Manzanita (FES), Walnut (Bach) Manacá da Serra (FG – amor desintressado).
  • – Movimentos do bebê e o pai

    A vida do novo ser passa a ser algo menos subjetivo para se tornar bem concreta e o pai pode participar mais ativamente da gravidez devido à possibilidade de mais interação com o neném.
    Às vezes ocorrem reposicionamentos na relação, quando, por exemplo, o marido é um pouco filho da mulher e vai ter que achar um novo espaço emocional pra ele, pois agora ela (e ele) tem um filho de verdade.

  • Para ele Chamêgo e Unicórnio (FG).
  • 3º Trimestre

    Estamos na reta final e o preparo do “ninho” com a corrida por preparativos, quarto, enxoval, fraldas, chá de bebê se acirra. Se o ninho da concepção, que é o ninho verdadeiro, foi bem preparado, este transcorre com certa tranqüilidade, senão, esta busca por organizar tudo, pode trazer bastante ansiedade, medo e perda de contato com o que se passa por dentro.

    O crescimento proeminente da barriga, ajuda a trazer de volta a atenção com o momento que vem pela frente, pois o filho que tanto cresce dentro da barriga “vai ter que sair por algum lugar”. Começa a preocupação com o parto (muitas mães descrevem como um frio na barriga). Também é comum azia e dificuldades de dormir devido ao tamanho da barriga.

  • Dandelion, Lavander, Chamomile (FES).
  • – Pulmão: ser ou não ser

    Internamente, a partir da 26ª semana, todos os órgãos estão bem desenvolvidos, mas ainda incapazes de vida extra-uterina, especialmente pela maturidade do pulmão. Este terceiro e último trimestre é o do pulmão e sobre ele recaem os grandes eventos, que culminam com o respirar por si , o “ser ou não ser”, viver ou não viver, parto normal ou cesárea. É onde questões existenciais ficam agudas, e as primeiras impressões dos pulmões estão ligadas a intensidade de angustia da mãe neste trimestre.

  • Yerba Santa (FES)
  • – Coragem

    A palavra coragem significa acreditar tanto no coração que somos capazes de agir com ele. A coragem aqui começa a ser exercitada, pois estamos prestes a viver uma grande iniciação, que é o parto (partida, fim de um estado e início de outro).

  • Medo do parto: Rock Rose (Bach) preocupação: White Chestnut (Bach)
  • – Abertura

    A bacia começa a abrir e os ossos, que pareciam algo tão sólido,começam a se mover, como placas tectônicas (sonho da Mary). O corpo começa a abrir passagem pra sua majestade, o bebê.

  • Para ajudar a abrir a bacia, no último mês: Agrimony (Bach)
  • Dor: Arnica
  • – Entrega

    A entrega é tudo o que precisa acontecer e no fim das contas, a grande saída, literalmente. Nos entregarmos para a vida, dar passagem a ela e nos rendermos à divina e trasncendente experiência de dar à luz.

  • Insônia: Melissa (Arco-Íris)
  • Ansiedade: Impatiens (Bach)
  • Carla Machado é terapeuta reichiana, astróloga e trabalha com florais desde 1996. Em 1998, quando engravidou da primeira filha, que nasceu numa casa de parto, começou a estudar e atuar como voluntária na conscientização do processo de maternidade. De lá para cá participou de vários congressos no Brasil e no exterior ligados ao tema e teve seu 2o filho em casa, com uma parteira, e utilizando essências florais.