Cartas de uma gestante

O livro Nove Luas, Lua Nova, escrito a seis mãos por Maria Eliza Maciel, Vania de Freitas Maciel e Lúcia Maria Pires da Silva, é composto por uma série de cartas escritas por Luiza, uma gestante, para seu marido, para o bebê sendo gerado, para o filho mais velho,  para seu  médico, entre outras pessoas.

Luiza, a personagem, é um misto de todas as mulheres que geram, de todas nós que já vivemos, estamos vivendo ou viveremos essa experiência.  Segundo o prefácio: “(…) As cartas falam da mulher que pode, através do universo da gestação, parto e maternidade, revolucionar a sua história e contribuir para a revolução da história humana, senão a partir de um grande feito, a partir da sua própria obra e da apropriação de sua condição de mulher e do discurso feminino.”

O ato de gerar um novo ser para o mundo não pertence mais ao microcosmo representado pela mãe, pelos pais ou mesmo pela família. Possui extrema relevância para o coletivo, para o planeta, para a humanidade. Se olharmos por essa perspectiva, não é possível deixar de nos surpreender com a dimensão que o feminino possui na história da humanidade.

Infelizmente acredito que esse livro, hoje, só é encontrado em sebos. De todo modo, fica a dica preciosa. De ler o livro e de se preparar para cenceber, gerar, parir e amar seus filhos. E assim assumir e viver a beleza e ao mesmo tempo a responsabilidade do feminino.

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